
Vi na sexta uma exposição no Centro Cultural de Chicago com algumas obras tendo como inspiração Marylin Monroe. Depois que se vê tudo que foi feito tendo essa mulher como objeto, e algumas das fotos que tiraram dela em locação de filmes ou apenas ensaios fotográficos você pensa, e compreende porque algumas pessoas simplesmente não são humanas e entram definitivamente para o nosso paideuma de idolos e deuses contemporâneos, nesse sentido palavras como "ídolo", "adoração", "culto" não são apenas metáforas, mas carregam no ato não outra coisa mas somente sua literalidade.
Marcadores: andy warhol, chicago, marylin monroe
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